Não tenho filosofia. Eu tenho poesia


Tu foste a única a sanar os meus ruídos, 
O alívio para os sofrimentos nítidos; 
Fim das lamúrias, das constantes caídas, 
...e num silêncio, romperam-se as máscaras!... 
Somos em síntese, uma só história,

A tua mágica acendeu a minha lâmpada.
Tuas mãos tépidas, ternas... – meu relógio,
Os pêndulos foram-se como água.  
Na hora máxima, deixei de ser trágico,
Numa carícia, beijei os teus pés!
No ápice, dei-te o buquê... uma jóia!
Tu és m’idéia, as horas amáveis
Beijo os teus lábios no meu silêncio;
... num só ritmo, vamos ao paraíso!...

O autor desse poema é o meu amigo Cadu.
Valeu poeta!!
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